sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sem Título

Abertura do Janeiro de grandes espetáculos (12/01/11), o espetáculo no palco é Rolieude.  Essa é a 17 edição do evento, esse evento vem corar o momento de grande empolgação econômica, social e cultural que o estado como um todo vivência desde o sertão ao litoral, o estado de Pernambuco é só entusiasmo. No plano da cultura, isso se deve ao massivo investimento no campo em questão. É isso por agora.
          A respeito do público, em suma podemos perceber que é um publico que agora eu chamaria de misto, pois em outros tempos poderíamos perceber que era um público muito abastardo, porém com maior acesso a cultura por que passa o País, realmente tem  trazido mais pessoas de classes diferentes, isso inclui a mim, eu posso dizer com  todas  as letras que sou produto  do atual momento vivido na atual conjuntura política e econômica nacional. A propósito, faz muito calor no teatro. Todos estão se abanando e o espetáculo começou, Ciao!
         Bem, o fato é que estar no teatro de Santa Isabel nesta presente noite teve muitas  funções: a peça foi de grande contribuição para que fosse feita uma critica com  relação a percepção de mundo que a indústria do Cinema Americano tem do mundo, além  é claro e mais importante a questão de ter me ajudado a entender mais ainda que o tempo presente é  aquilo que acontece enquanto estamos muito preocupados com coisas menores. Toda aquela atmosfera do teatro e as pessoas dando significado e imprimindo em seus universos particulares mais uma vivência seja ela boa ou ruim, mas a única certeza que tenho é era uma vivência, que particularmente mais um momento que reforça a sensação de que a vida é algo extremamente raro, quando paramos para dar um significado menos perene a ela, a mesma se torna algo realmente Especial, em suma acredito esta alcançando a capacidade colocar o Passado no Passado, o Presente no Presente a o Futuro no Futuro.
      De César Andrade